Dinheiro digital deve transformar os negócios em um futuro próximo



As formas como as pessoas realizam pagamentos evolui e quem empreende acompanha essa transformação de perto. Há muito tempo a moeda em papel era a única opção. Depois o cheque popularizou-se, surgiram os cartões de crédito e débito e as transações on-line, entre outras alternativas. De acordo com pesquisa da Accenture, divulgada no primeiro semestre de 2020, mais de 75% dos brasileiros deixaram cédulas ou reduziram seu uso nos últimos anos.


Agora, a tendência é o dinheiro digital. Embora muitas pessoas ainda associam o termo às transações on-line e pagamentos rápidos por Pix, por exemplo, a tecnologia permite ir muito além disso.


O dinheiro digital está ligado a carteiras digitais, criptomoedas, NFTs, tokens e moedas virtuais que existem apenas no universo virtual, mas valem até mais do que a moeda física. Isso porque esse dinheiro não é criado e gerenciado apenas por instituições bancárias, mas também por organizações que atuam nos mais variados segmentos.


É claro que o dinheiro digital pode não ser a melhor opção para transações financeiras para todos os tipos de empresas, mas quem empreende deve ficar atento às transformações do mercado e às oportunidades de negócios que estão surgindo. Ainda que não se use, é preciso saber quais são as novidades e como elas podem afetar a rotina das pessoas e a dinâmica dos negócios.


Os e-commerces e as estratégias de cashback e descontos estão crescendo cada vez mais. O uso de smartphones e o acesso à internet tornaram as compras on-line muito mais práticas, e os preços e condições de pagamento são bastante competitivos. Neste cenário, investir em novas tecnologias para facilitar transações financeiras também é essencial.


Tendência global

Para quem ainda tem receio em relação às criptomoedas e outras moedas digitais, os Bancos Centrais já estão trabalhando nas chamadas CBDCs (central-bank digital currencies) para lidar com a futura irrelevância do dinheiro em espécie.


Esta pode ser uma alternativa para pessoas que possuem contas bancárias nas instituições tradicionais e buscam meios eficientes e estáveis para realizar pagamentos digitais. Além disso, também é uma forma de reduzir custos com emissão de moeda.


O Banco Central do Brasil já planeja lançar uma versão virtual do Real. O “Real digital” deve simplificar contratos de empréstimos e beneficiar a integração com sistemas de pagamentos internacionais. Até isso acontecer, no entanto, o Banco Central precisa desenvolver um ambiente seguro e definir as diretrizes de utilização.


Como se preparar para essa nova realidade


Independentemente da moeda e das transações realizadas, os empreendedores precisam ter um suporte tecnológico para acompanhar essas mudanças. Equipamentos modernos, softwares atualizados, web cloud, conexão de internet rápida e eficiente e outras ferramentas são fundamentais para simplificar as atividades do dia a dia e manter os negócios conectados com tantos avanços.


O futuro é digital e o dinheiro digital deve transformar a vida das pessoas, assim como os pagamentos por aproximação e o Pix já fizeram. A Lifecom, parceiro Vivo Empresas, conta com um portfólio de soluções tecnológicas para empresas que buscam otimização de recursos e resultados nas vendas.


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